sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O Bolo da Galinha

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Recebi da Amiga Joana Neves









Profª Adri



Sandra

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Selinhos Recebidos

Lila Monteiro
http://aartedeensinareaprender.blogspot.com/


Sandra
http://participarparamelhorar.blogspot.com/

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Dia de Finados

A Morte faz parte do Ciclo da Vida



Contar às crianças que alguém querido morreu
é difícil, mas o melhor é ser claro e direto



Todo pai e toda mãe têm a ilusão de poder evitar que seus filhos sofram. Esse impulso fica claro quando ocorre algum caso de morte na família. Crianças pequenas costumam ser deixadas à parte do assunto, já que, acredita-se, não possuem maturidade suficiente para entender o que aconteceu. Essa prática, comum no mundo ocidental por causa da dificuldade que os próprios adultos têm em lidar com a morte, está, entretanto, equivocada. A tentativa de proteção pode causar – e efetivamente tem causado – uma série de traumas em crianças que perderam algum ente querido. O alerta é da psicóloga brasileira Claudia Bigard.
Sua principal lição é simples: a notícia da perda deve ser dada de forma direta, não importa a idade da criança, utilizando a palavra morte e deixando claro que se trata de um acontecimento irreversível.
Outros psicólogos concordam nesse ponto. Em geral, os adultos costumam dificultar o entendimento e o processo de luto próprios dessa idade. Abrandar o tema da morte com frases do tipo "fulano partiu" ou "foi morar no céu" ou simplesmente ocultar o fato são os erros mais recorrentes.
A linguagem abstrata gera dúvidas que, sem respostas, trazem uma angústia ainda maior. Se uma pessoa parte e nunca mais volta, isso pode fazer com que a criança viva um drama de abandono. Dependendo da circunstância, ela também pode pensar que foi a responsável pelo que aconteceu. "Se nada for explicado, ela vai se estruturar psicologicamente de maneira desordenada e pode desenvolver outros sintomas mais tarde, como se tornar agressiva na escola ou voltar a fazer xixi na cama", diz Claudia. Sabe-se que crianças com 3 anos já começam a perceber a existência da morte, embora ainda não encarem o fato com angústia. Dos 7 anos em diante, a ausência de um ente querido ou de um animal de estimação é percebida como algo ruim e triste.
O tipo de morte e o grau de proximidade da pessoa com a criança podem tornar o momento mais difícil. Mas, em todos os casos, é aconselhável ouvir o que ela tem a dizer, tentar responder a suas perguntas e ajudá-la a expressar o que está sentindo.


Esse artigo foi publicado na revista VEJA

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Jesus Acalma a Tempestade




Marcos 4 (35:41)

(Reescrito por Santinha)

A muito tempo atrás, Jesus precisa atravessar o mar para ir para a outra margem.
Numa bela tarde Jesus convidou os discípulos para irem junto com ele nessa travessia.


Então eles saíram do meio da multidão e foram até o barco para atravessar, e enquanto isso Jesus que estava muito cansado foi dormir um pouco.

Porém, quando já estavam em alto mar levantou-se uma grande tempestade, tinha muito vento, as ondas eram muito altas e chegavam a cobrir o barco que eles estavam.

Todos os discípulos estavam assustados porque o barco já estava se enchendo de água, então entraram em desespero, e acreditavam que poderiam morrer ali mesmo afogados.

Foi então que um deles teve a idéia de ir até Jesus que dormia calmamente na polpa do barco como se nada estivesse acontecendo.

Nesse momento, acordaram Jesus e falaram para ele que estavam quase sendo devorados pela tempestade e precisavam que ele os salvassem.


Jesus levantou-se e num instante ordenou ao vento que parasse, e fez o mar ficar quieto, e tudo voltou a calma, e todos ficaram aliviados e agradecidos ao filho de Deus.

E Jesus disse aos discípulos que eles não precisavam ter tanto medo, mas precisavam sim de ter mais fé.

E todos os discípulos ficaram maravilhados e se pergutavam uns aos outors quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem.








video


domingo, 20 de setembro de 2009

Selinhos Ganhos

Ganhei de: Joelma Couto http://amigadaedu2.blogspot.com/
Vai Para: Simone http://florzinhasetoquinhos.blogspot.com/



Ganhei de: Zezinha http://educacaoinfantil1.blogspot.com/ e
Paty Longo http://educandocomocoracao.blogspot.com

Vai Para: Tânia Mirian http://1001contos.blogspot.com/

Ganhei de: Tia Maria
Http://entreprofessoras.blogspot.com/
Vai Para: Blog Educa Feliz da Profª Márcia

Situação Slow Motian: Estar Viva
O

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

21 de Setembro Dia da Árvore




GOIABEIRA

A minha goiabeira
No jardim da minha casa
mora uma grande amiga.
É uma velha goiabeira,
Linda, grande e muito antiga.

“Isso é manacá-da-serra!”
minha mãe disse para mim,
e eu bem sei que goiabeira
não se planta no jardim.

Mas eu gosto de goiaba,
manacá nunca comi
Pois pra mim é goiabeira,
minha amiga e companheira,
e eu não quero discutir.

“Manacá é uma flor,
não é uma fruta de comer.”
Me explicaram outro dia,
e eu não quis nem responder,
pois eu pego uma goiaba
que a mamãe comprou na feira,
vou correndo pro jardim
procurar a goiabeira,
pra deitar na sua sombra
e fingir que foi dali,
de um galho dos mais altos,
que a goiaba eu colhi.

Quando a tarde é de calor,
subo lá na goiabeira,
e, pensando pensamentos,
passo o tempo e a tarde
inteira.

Ela é uma grande amiga,
me dá sombra e cheira bem.
acho até que ela sorri
E conhece a mim também.

Veio um homem outro dia
minha amiga examinar.
Disse que ela tinha bicho
e não ia mais sarar.

“Essa árvore é bem velha,
não tem cura na verdade.
Eu vou ter de derrubar,
pois tem bicho em
quantidade.”

A tristeza não tem hora,
a tristeza não se atrasa:
vão cortar a goiabeira
do jardim da minha casa.

Que será que ela tem
que com a vida dela acaba?
Ou pegou bicho-de-pé
ou tem bicho de goiaba...

BANDEIRA, Pedro. Cavalgando o arco-íris.


ATIVIDADES

1 Reescreva as frases, substituindo as palavras em destaque por outras
que não mudem o sentido da frase:
a) “... minha amiga e companheira, e eu não quero discutir.”
___________________

b) “Veio um homem outro dia minha árvore examinar.”
___________________

c) “Disse que ela tinha bicho e não ia mais sarar.”


2 Você acha que é possível uma árvore morrer porque pegou bicho-de-pé ou tem bicho de goiaba?
______________________________

3 O narrador acredita que a árvore do seu jardim seja uma goiabeira.
Sublinhe no poema os versos que justificam essa afirmação.


4 Releia este trecho do poema e depois responda:

“Essa árvore é bem velha,
não tem cura na verdade.
Eu vou ter que derrubar,
pois tem bicho em quantidades.”

a) Ao ouvir isso, o que a criança sentiu?
______________________________

b) Na sua opinião, que bicho matou o manacá-da-serra?
_____________________________








Sugestão: Dentro do espaço em branco os Alunos podem fazer um verso sobre a Árvore